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Mobilidade é apenas moda ou uma tendência inevitável ?

Como muitas novidades tecnológicas, os dispositivos móveis vieram para ficar. Não é modismo. É uma tendência natural, evolucionária, que nós, seremos humanos, estamos experimentando com tanto gosto. O aumento da venda de smartphones em 2012 comprova a tese de que cada vez mais estamos investindo em termos um gadget com recursos avançados conosco 24 horas por dia. Fomos seduzidos pela mobilidade e seus encantos. Por estar disponível 24 horas por dia, e não apenas através de chamadas telefônicas. Queremos que os serviços nos encontrem, sejam pró-ativos. Que em nossos bolsos e bolsas tenhamos um amigo faz tudo: tira fotos, paga contas, conversa com amigos, nos ajude a encontrar um endereço e efetivamente nos leve até lá, faz compras, substitui o papel com cupons, cartoes de embarque, carteirinhas, etc, faz chamadas de vídeo, acha um bom restaurante num lugar desconhecido e talvez, quem sabe, também faça ligações :) No geral, a venda de celular em 2012 caiu. Não era pra ser o inverso? Nã...

Timidez, medo e o sucesso

Quantas vezes você assistiu uma apresentação e saiu dela pensando… “como aquela pessoa é um comunicador nato! E como conhecia do assunto! Como eu queria saber falar assim!”. Falar com segurança, passar credibilidade a quem ouve, e envolver sua audiência com desenvoltura não são apenas pré-requisitos de quem vive fazendo palestra, de professores ou mesmo de líderes ou executivos. Na área de TI, essa é uma característica importante para quem busca um lugar de destaque. A comunicação bem feita é uma das chaves para o sucesso.  Mas como desenvolver estas características? Tem pessoas que nascem com dons e facilidade para exercer determinados papéis. Eu sou uma daquelas que jamais acreditava que um dia falaria para uma grande audiência. O motivo? Timidez absoluta! Medo de enfrentar as pessoas, de ser avaliado, criticado e censurado. Sentimentos normais e comuns a muita gente. Desde pequeno tinha verdadeira aversão a parecer ridículo. Chegava ao ponto de ter vergonha de fazer sinal para...

A fina linha que delimita a vida pessoal e a profissional em TI

Depois de mais de 20 anos de mercado, fica mais fácil aceitar os motivos que levam alguns profissionais a se dedicarem como loucos em busca de reconhecimento, recompensas e objetivos, deixando a família em segunda lugar. Da mesma forma compreendo os que vêm o trabalho como a última prioridade em suas vidas, não atendendo chamadas fora do horário de expediente, não fazendo horas extras nem nenhum tipo de esforço que comprometa sua relação familiar. Eu particularmente não sou adepto de nenhum dos dois casos acima. Procuro um meio termo, que me permita extrair o melhor dos dois mundos. Mas nem sempre é fácil.  Há pessoas que vivem para trabalhar e outras que trabalham para viver. Eu acredito que o trabalho, ou melhor, uma atividade profissional, seja necessária para a evolução de todos nós. Não somente pela recompensa, mas pela dinâmica que isso traz às nossas vidas. Nos faz estudar, aprender. Cria objetivos diferentes, onde o ambiente tem regras diferentes da nossa vida social. Den...

A sexta-feira mais negra de todas: descanse em paz João Gustavo Santos !

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Dia 23 de novembro de 2012. Sexta-feira negra, ou black friday, como chamam os americanos, é a sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças. Mundialmente conhecida como um data onde o comercio em geral oferece os melhores descontos do ano. Porém, esta sexta-feira negra não foi de compras nem de descontos. Não foi de alegria, nem de consumo. Ao Contrário. Marcou a despedida de um grande amigo, um irmão, João Gustavo Santos, nosso querido Gus. Depois de 5 meses em uma batalha incessante contra a Leucemia, ele finalmente descansou. Uma batalha dolorosa, que ele aguentou com a alegria de sempre, sem nunca reclamar ou questionar. Para os seus amigos, a imagem era sempre boa e a mensagem positiva, não importava seu estado. E foi assim até o final. Conheci o Gus no trabalho, enquanto ele trabalhava com um outro grande amigo meu, o Fernando Knack. Sentávamos perto, e isso foi o suficiente para conhecer a primeira grande característica do Gus: ele era muito expansivo e fazi...

Técnicas de apresentação - parte 2: as três regras básicas

Jaz faz tempo que comecei a me envolver com treinamentos, palestras e apresentações. Mais de uma década. E durante todo este tempo guardei para mim algumas regrinhas básicas para ajudar a fazer dos meus projetos de treinamento e apresentação eventos de sucesso. Na verdade, existem muitas dicas. Eu particularmente destaco três, que sigo com afinco: conheça sua audiência, conheça seu material e pratique! Conhecer sua audiência, o público que irá assistir sua apresentação, é o primeiro passo para se ajustar o material e seu discurso. Na verdade, o publico pode fazer com que sua apresentação mude radicalmente. Executivos demandam informação mais sumarizada, com menos detalhe e mais conteúdo para tomada de decisão. Já o publico em geral precisa de uma linguagem mais fácil de entender, sem jargões técnicos ou de negócios. São dois extremos que demonstram como pode ser difícil acertar o tom do seu material e do seu discurso se não sabemos quem estará nos assistindo. É de fundamental im...

Tecnologia e diversão, o caminho para a Disney

Quem vai a um parque de diversões procura, obviamente, diversão. Para pessoas como eu, que cresceram indo ao Tivoli no Rio ou ao Play Center em São Paulo, parque de diversão era sinônimo de roda gigante, carrossel e montanha russa. Mas os anos passaram, a tecnologia evolui bastante e passou a fazer parte dos parques de diversão. Inicialmente como vídeo games e fliperamas. As formas tradicionais de diversão, com equipamentos mecânicos, foram ficando ultrapassadas e sendo aos poucos apimentadas pelos avanços tecnológicos. Em alguns casos, a tecnologia é responsável por 100% da diversão. Que o diga os parques da Disney em Orlando, na Florida, e também os da Universal, na mesma cidade. Não estou falando de jogos eletrônicos, e sim de um mundo completamente diferente criado pela realidade virtual e o uso maciço de projeções em 3D e recursos adicionais que muitos chamam de 4D e até 6D.  Quem esteve nos últimos anos na Disney sabe do que estou falando. Algumas atrações são verdadei...

Qual o feitiço da Apple?

Como é curiosa essa coisa do marketing. Mesmo quando as coisas começam a parecer ruins, que o mago de uma companhia (RIP Steve Jobs) nos deixa, e que a mesma companhia desanda a fazer escolhas equivocadas, vem o cliente e mostra que não está nem ai e simplesmente abraça o produto. É um impressionante movimento, que consegue derrubar algumas teorias e criar outras. Não estou de forma alguma fazendo apologia nem defendendo o iPhone, apesar de usar um. Tento entender o que a Apple conseguiu fazer com seus consumidores, que parecem cegos e enfeitiçados pela Maçã. Os últimos lançamentos relacionados ao iPhone mostram a mesma estratégia da Apple. Não revoluciona, não cria nada inesperado, apenas atende parcialmente os anseios de seus fãs. Segura novas funcionalidades para fazer atualizações num intervalo de tempo menor. E o que acontece em seguida a cada lançamento? Corrida às lojas para aquisição do novo sonho de consumo. Todos parecem já conhecer a estratégia da Apple, mas nem assim c...