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You don´t need an IT Architect, you need several

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Search the Internet and you will see that an increasing number of companies are looking for “Architects” to look after their IT systems. What is not clear however, are the actual expectations of this role, what kind of skills are required, and even what kind of Architectures might be possible. From a corporate perspective it is clear that IT architecture has become too complex and needs to be better planned and managed.  But how that happens and who will do it is unclear. A little history Let´s go back in time to the early 1990´s. Back then, IT was experiencing the beginning of the Internet era. Mainframes were still the primary enterprise platform, personal computing was growing by leaps and bounds, but many leaders were still risk-averse and reluctant to change their IT systems platforms.  As the processing capacity of Intel and SPARC-based systems grew, a downsizing trend started.   Departments started to transition from expensive mainframes and terminals and r...

João Gustavo Santos, lembranças são o que levamos desta vida

Meu grande amigo, E lá se foram 4 meses desde o momento que soubemos que não poderiamos mais compartilhar da sua presença ao nosso lado. Com muita dor aceitamos. São os desígnios de Deus. Mas isso não significa que você simplesmente desapareceu de nossas vidas. Isso nunca acontecerá. A dor por não poder te ver, falar contigo, te abraçar e, por que não, implicar com você, essa não vai passar. As vezes sinto como se você ainda estivesse aqui, entre nós. Falamos sobre você como se ainda fossemos nos encontrar. Seu legado é enorme. Talvez na hora que você partiu não tivessemos a exata noção, mas hoje, depois de 4 meses, está claro. Suas marcas são inconfundíveis. Se existem uma coisa que nunca nos abandona, são nossas lembranças. Aliás, é o que se leva desta vida. Muitos ingoram a possibilidade de viver, e apenas sobrevivem. O tempo que você ficou no hospital serviu para perceber isso claramente. Sempre que nos viamos, você lembrava das vezes que saimos para jantar depois do trab...

Gestão do conhecimento: dentro e fora da empresa, é bom para todos!

Reza a lenda que, para sermos únicos, imprescindíveis, diferenciados no ambiente profissional é necessário ter um valor específico. Esse valor muitas vezes está calcado no conhecimento que cada pessoa tem sobre determinado assunto, e que foi adquirido com o passar do tempo, seja estudando ou praticando. Num passado não muito distante, onde o compartilhamento de informações era bastante restrito, as pessoas que detinham o conhecimento acabam dificultando seu compartilhamento, para que pudessem continuar a serem os únicos ou poucos que o detinham. Eu comecei a trabalhar nesta época. Era difícil progredir e crescer, se as pessoas mais experientes não ajudassem. Com o passar do tempo e com os avanços da tecnologia, a internet tratou de derrubar algumas barreiras no que diz respeito ao compartilhamento de informações. A informação que antes era restrita a poucos, agora estava ali, disponível 24 horas para quem quisesse consultar. Ao mesmo tempo que ficou fácil chegar à infor...

Applications Modernization and the cost of doing nothing

Technology evolves at an ever increasing pace and even the latest equipment can soon become obsolete. This is true for everything in the IT field, including software, processes, methodologies, and frameworks.  Rapid change has caused many companies to hesitate before investing in modernization. This blog is focused on two key challenges facing organizations today:  the need to modernize just to keep up with technology (and the competition), and conversely, the cost of doing nothing . Let’s compare the two extremes relative to technology: organizations that are early adopters of new technology and organizations that simply do not bother to upgrade technologically.  The early adopters believe that by investing early, they will be better prepared to understand and capitalize on the benefits of new technology in the future, even if it does not deliver an immediate ROI.  Those that wait might save money in the short term, but may be saddled with a dated, under-performi...

Mobilidade é apenas moda ou uma tendência inevitável ?

Como muitas novidades tecnológicas, os dispositivos móveis vieram para ficar. Não é modismo. É uma tendência natural, evolucionária, que nós, seremos humanos, estamos experimentando com tanto gosto. O aumento da venda de smartphones em 2012 comprova a tese de que cada vez mais estamos investindo em termos um gadget com recursos avançados conosco 24 horas por dia. Fomos seduzidos pela mobilidade e seus encantos. Por estar disponível 24 horas por dia, e não apenas através de chamadas telefônicas. Queremos que os serviços nos encontrem, sejam pró-ativos. Que em nossos bolsos e bolsas tenhamos um amigo faz tudo: tira fotos, paga contas, conversa com amigos, nos ajude a encontrar um endereço e efetivamente nos leve até lá, faz compras, substitui o papel com cupons, cartoes de embarque, carteirinhas, etc, faz chamadas de vídeo, acha um bom restaurante num lugar desconhecido e talvez, quem sabe, também faça ligações :) No geral, a venda de celular em 2012 caiu. Não era pra ser o inverso? Nã...

Timidez, medo e o sucesso

Quantas vezes você assistiu uma apresentação e saiu dela pensando… “como aquela pessoa é um comunicador nato! E como conhecia do assunto! Como eu queria saber falar assim!”. Falar com segurança, passar credibilidade a quem ouve, e envolver sua audiência com desenvoltura não são apenas pré-requisitos de quem vive fazendo palestra, de professores ou mesmo de líderes ou executivos. Na área de TI, essa é uma característica importante para quem busca um lugar de destaque. A comunicação bem feita é uma das chaves para o sucesso.  Mas como desenvolver estas características? Tem pessoas que nascem com dons e facilidade para exercer determinados papéis. Eu sou uma daquelas que jamais acreditava que um dia falaria para uma grande audiência. O motivo? Timidez absoluta! Medo de enfrentar as pessoas, de ser avaliado, criticado e censurado. Sentimentos normais e comuns a muita gente. Desde pequeno tinha verdadeira aversão a parecer ridículo. Chegava ao ponto de ter vergonha de fazer sinal para...

A fina linha que delimita a vida pessoal e a profissional em TI

Depois de mais de 20 anos de mercado, fica mais fácil aceitar os motivos que levam alguns profissionais a se dedicarem como loucos em busca de reconhecimento, recompensas e objetivos, deixando a família em segunda lugar. Da mesma forma compreendo os que vêm o trabalho como a última prioridade em suas vidas, não atendendo chamadas fora do horário de expediente, não fazendo horas extras nem nenhum tipo de esforço que comprometa sua relação familiar. Eu particularmente não sou adepto de nenhum dos dois casos acima. Procuro um meio termo, que me permita extrair o melhor dos dois mundos. Mas nem sempre é fácil.  Há pessoas que vivem para trabalhar e outras que trabalham para viver. Eu acredito que o trabalho, ou melhor, uma atividade profissional, seja necessária para a evolução de todos nós. Não somente pela recompensa, mas pela dinâmica que isso traz às nossas vidas. Nos faz estudar, aprender. Cria objetivos diferentes, onde o ambiente tem regras diferentes da nossa vida social. Den...